Entre maio e julho deste ano, 12 crianças foram registradas com o primeiro nome do atacante Endrick em Mato Grosso do Sul. Onze registros ocorreram em municípios do interior e apenas um na capital, Campo Grande.
Em todo o Brasil, 691 bebês receberam o nome Endrick no mesmo período. Outros 79 foram registrados com o nome do jogador acompanhado de um segundo nome, segundo levantamento de cartórios de registro civil.
O atacante da Seleção Brasileira foi o jogador de futebol que mais inspirou os pais durante a Copa do Mundo de 2026. O nome Cristiano Ronaldo apareceu em 16 registros como nome composto. Já Neymar foi escolhido como primeiro nome de cinco crianças e apareceu em outros sete nomes compostos.
Também foram registrados cinco bebês chamados Memphis, dois Erling Haaland, dois Messi e um Yamal. O nome Messi ainda apareceu no meio do nome de outras 22 crianças.
Mesmo sem começar a Copa como titular, Endrick esteve entre os jogadores mais comentados. Segundo o Google Trends, as buscas pela frase “Por que o Endrick não está jogando?” cresceram mais de 3.500% antes da partida entre Brasil e Haiti, depois de o atacante ficar no banco na estreia contra o Marrocos.
A cobrança por mais minutos em campo dominou as redes sociais e gerou memes sobre as escolhas do técnico Carlo Ancelotti. Durante o torneio, Endrick ganhou espaço e entrou nas partidas contra Haiti, Escócia e Japão. Antes das oitavas de final, afirmou estar tranquilo como reserva e disse confiar nas decisões do treinador.
No último jogo da Seleção Brasileira, na derrota por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final, Endrick voltou a entrar em campo, mas não conseguiu evitar a eliminação. Aos 19 anos, o atacante disputou sua primeira Copa do Mundo e viu seu nome se tornar um dos mais escolhidos por pais que registraram filhos durante a competição.
