O jornalista Pedro Bial está de volta à TV Globo com o programa “Conversa com Bial”. A nova temporada estreia nesta terça-feira (7) e será exibida semanalmente às 23h30, logo após a série “Pablo & Luisão”. Foram gravados 12 episódios no Teatro do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
No primeiro programa, Bial entrevista a atriz Fernanda Torres, sua grande amiga e ex-mulher. Em entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, do GLOBO, ele falou sobre a experiência de entrevistar pessoas íntimas e comparou o novo projeto com o tempo em que apresentava o BBB.
“Eu prefiro o cafofinho de hoje em dia. O BBB foi muito importante, e não teria o cafofinho se não tivesse passado pela experiência do BBB”, disse Bial. Ele afirmou que o reality show o formou como um profissional mais à vontade com a linguagem do entretenimento.
Sobre o segredo de uma boa entrevista, Bial disse que é algo intuitivo. “É quando você tira o melhor da pessoa e ela percebe isso. Às vezes, você reconhece na pessoa alguma coisa que ela mesma não tinha reconhecido nela”, explicou. Ele também destacou que o roteiro preparado deve ser deixado de lado durante a conversa.
Bial elogiou a inteligência de Fernanda Torres. “Ela me dá um baile, dá um baile em qualquer entrevistador. É um QI à parte”, afirmou. Ele disse que o maior desafio é entrevistar alguém com quem tem intimidade, pois precisa lembrar que as perguntas devem atender à curiosidade do público, não apenas a sua própria.
Torcedor do São Paulo, repórter de campo, livros sobre Pelé: a relação entre Benedito Ruy Barbosa e o futebol
O autor de novelas Benedito Ruy Barbosa, que morreu no último sábado (4), aos 92 anos, também tinha uma forte ligação com o futebol. Torcedor fanático do São Paulo, ele chegou a trabalhar como repórter de campo e escreveu livros sobre Pelé.
Essa relação com o esporte começou na juventude, quando Benedito atuou como jornalista esportivo. Ele cobriu jogos e acompanhou de perto a carreira do Rei do Futebol. Mais tarde, transformou essa experiência em obras literárias que narravam a trajetória do atleta.
O autor ficou conhecido nacionalmente por suas novelas de época, como “Pantanal” e “Renascer”, mas nunca esqueceu o amor pelo futebol. Sua paixão pelo São Paulo era conhecida entre amigos e colegas de trabalho, que frequentemente o viam comentar sobre os jogos do time.
